A vinda do Messias e a formação do Estado de Israel
Seg, 06 de Abril de 2009 17:52
Interrogado pelos discípulos sobre sua vinda, o Mestre lhes indicou um sinal:
“Logo depois da tribulação daqueles dias, ‘escurecer-se-á o sol, a lua não dará a sua luz, as estrelas cairão, e as potências dos céus serão abaladas’. Então aparecerá o sinal do Filho do Homem no céu, e todas as tribos da terra chorarão e verão o Filho do Homem vir sobre as nuvens do céu com grande poder e majestade. Ele mandará os seus anjos, os quais juntarão os seus escolhidos dos quatro ventos, de uma extremidade dos céus até a outra. Compreendei isto por uma comparação tirada da figueira: quando os seus ramos estão tenros e as folhas brotam, sabeis que está perto o estio; assim também quando virdes tudo isto, sabei que o Filho do Homem está perto, às portas. Na verdade vos digo que não passará esta geração, sem que se cumpram todas estas coisas. O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão” (Mateus c.24 v.29-35).
Mas o que vem a ser o florescimento da figueira? Não há a menor dúvida entre estudiosos da Bíblia de que o estabelecimento do Estado de Israel, em 14 de maio de 1948, é o cumprimento dessa profecia. A figueira no texto bíblico é Israel. Isto quer dizer que a geração das pessoas que testemunharam a figueira brotando (ou seja, Israel tornando-se uma nação) não passará até que vejam o Filho do Homem se manifestar.
“As tribos da terra chorarão” significa que uns chorarão de alegria ao ver se cumprir a justiça divina, mas a maioria derramará o pranto do amargor, da vergonha e do remorso pela reprovação que fizeram sofrer o Filho do Homem. Ódio, incompreensão e desprezo se transformarão em amor impossível.
A própria formação do Estado de Israel pressupõe a vinda do Messias. Há uma profecia no Antigo Testamento segundo a qual Israel só voltaria a reintegrar-se como nação quando o Messias se manifestasse (“O meu servo David reinará sobre eles, e será um só o pastor de todos eles; observarão as minhas leis, guardarão os meus preceitos e praticá-los-ão. Habitarão na terra que Eu dei ao meu servo Jacó, na qual vossos pais habitaram... e o meu servo David será para sempre o seu príncipe. Farei com eles uma aliança de paz; a minha aliança com eles será eterna” - Ezequiel c.37 v.24-26). Ninguém é obrigado a crer, mas INRI CRISTO é o ancestral da humanidade, Adão, que reencarnou como Noé, Abraão, Moisés, David, etc. depois como Jesus e agora como INRI.
INRI CRISTO reencarnou em 22 de março de 1948, porém, não mais na Palestina, e sim no Novo Mundo, mais precisamente no Brasil, Terra de Santa Cruz, cuja capital, Brasília, é a Nova Jerusalém do Apocalipse: “Vi um novo céu e uma nova terra... Vi a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu de junto de DEUS” (Apocalipse c.21 v.1-2).
Validando o pacto feito com Abraão, Isaac e Jacó, o SENHOR reintegrou a terra de Israel ao povo judeu: “Porque eis que chegará o tempo, diz o SENHOR, em que farei voltar os cativos do meu povo de Israel e de Judá; farei com que voltem à terra que dei a seus pais, e eles a possuirão” (Jeremias c.30 v.3).
No entanto, o Messias veio consumar a nova aliança entre DEUS e os homens, que independe da carne e do sangue, da ascendência biológica; é a aliança do espírito, sendo, portanto, universal: “Eis virão dias, diz o SENHOR, em que farei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá; não como a aliança que eu fiz com seus pais no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito, aliança que eles violaram.... Mas eis a aliança que farei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o SENHOR: imprimirei a minha lei nas suas entranhas, escrevê-la-ei nos seus corações, serei o seu DEUS e eles serão o meu povo...” (Jeremias c.31 v.31-33).














