O Sinal dos Escolhidos
Seg, 06 de Abril de 2009 21:24
"Muitos serão chamados e poucos os escolhidos" (Mateus c.20 v.16)
Assim falou INRI CRISTO:
“Muitos me pedem um sinal de que sou o Messias: ‘Se és Cristo, dá-nos um sinal, prova-nos que és Cristo, e então acreditaremos...’ Mas justamente os que pedem por um sinal olvidam-se que eu disse há dois mil anos: “Muitos serão chamados e poucos os escolhidos” (Mateus c.20 v.16); o sinal é um estigma que se evidencia justamente no semblante dos que pedem.
O SENHOR revela somente aos escolhidos minha identidade, e só quem pode escolher é Ele; então tudo depende de ser um escolhido ou não. Escolhido é sinônimo de eleito, e os eleitos são os que têm o coração puro (“Bem-aventurados os corações puros, eles verão DEUS” – Mateus c.5 v.8). Portanto, não carece que o Filho do Homem prove nada a ninguém; tão somente identifico os escolhidos pelo ALTÍSSIMO.
O chamamento acontece cada vez que me exponho na mídia, e a escolha ocorre quando DEUS revela no coração, no foro íntimo de cada ser humano, a minha identidade. Os que não obtém a revelação do ALTÍSSIMO permanecem no trevoso vale dos mortos-vivos ou em cima do muro, órfãos da espiritualidade; alguns xingam, criticam, blasfemam... e continuam seguindo os falsos profetas, lobos com pele de ovelha (Mateus c.7 v.15), cuja trevosa existência consiste justamente num dos sinais de minha volta: “Orai e vigiai que ninguém vos engane, porque falsos cristos, falsos profetas virão em meu nome, farão prodígios, enganarão a muitos, até os eleitos se possível fosse” (Mateus c.24 v.5 e 24).
E enquanto os falsos cristos e falsos profetas vieram em meu nome antigo (Jesus) e ululam nas esquinas, nos templos farisaicos: “Aleluia, sangue de Jesus tem poder! Em nome de Jesus! Jesus salva! Vem receber Jesus...”, eu voltei com um nome novo (Apocalipse c.3 v.12), INRI, o nome que custou o preço do sangue na cruz, e em nome de meu PAI”.
É mister que se estabeleçam critérios racionais para diferenciar o falso do verdadeiro. DEUS jamais confundiria o povo permitindo que o rosto, o porte físico, a linguagem, a autoridade, a sabedoria superior, os ensinamentos, a forma de ser e de se vestir, enfim, os mistérios exclusivos de seu Filho, fossem atributos de um falso profeta. Até agora, todos os que ousaram personificar o Filho de DEUS, Cristo, tiveram um fim trágico; uns foram assassinados, outros cometeram suicídio ou ainda tropeçaram no Poder Judiciário e estão no cárcere.
INRI CRISTO, todavia, peregrinou por diversos países da América e Europa sustentando sua identidade contra tudo e contra todos, foi oficialmente declarado apátrida na França, percorreu o Brasil inteiro na condição de apátrida, praticou o Ato Libertário em Belém do Pará em 28/02/1982 legitimando a instituição do Reino de DEUS, formalizado pela SOUST, Nova Ordem Mística Universal. Nessa ocasião foi detido e saiu da prisão quinze dias depois sem depender de advogados (vide registros jornalísticos neste site). Finalmente, após sobrepujar um processo de falsidade ideológica que se arrastou por quinze anos na Justiça Federal, INRI CRISTO teve o reconhecimento oficial de sua identidade pelas autoridades terrestres, dentro da legalidade, conforme a decisão expressa no venerando acórdão expedido pelo Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Paraná em 24/10/2000.
Se alguém ainda insiste em pedir um sinal, esse sinal se evidencia no próprio pedinte, que não recebeu de DEUS a graça de ver que INRI CRISTO é o Messias. A estes só lhes restará decifrar o metafórico, enigmático sinal expresso na fábula de Jonas, já oferecido aos fariseus incrédulos há dois mil anos (Mateus c.12 v.38-41), sinal este que tem duplo sentido. De um lado, significa que estão excluídos do Reino de DEUS os que não atendem ao chamado do SENHOR. Por outro lado, é uma lição sobre a universalidade da misericórdia divina, narrada no episódio em que Jonas pregava ao povo de Nínive. Este, embora pagão e inimigo de Israel, redimiu-se de seus pecados ante a advertência do ALTÍSSIMO.
Ou seja, a salvação não está no rótulo, na etiqueta, e sim na essência de cada indivíduo. Não é dos que batem no peito e já se consideram salvos, e sim dos que preservam a pureza do coração (Mateus c.5 v. 8). Não é um dom exclusivo a nenhuma religião, a nenhuma igreja, a nenhum povo em particular (João c.10 v.16). As portas da salvação estão abertas aos que têm olhos para ver e ouvidos para ouvir e atender ao chamado do SENHOR; é uma dádiva aos que estão receptivos à mensagem de INRI CRISTO, o Emissário do PAI.














