Parábola do Filme
Dom, 27 de Julho de 2008 11:16
Assim falou INRI CRISTO:
“O Reino de DEUS se assemelha ainda a um filme, a uma película de faroeste. Senão, vejamos pois: no início existem inúmeros personagens: o coveiro, o ferreiro que repara as ferraduras do cavalo, o xerife e seus auxiliares, o banqueiro, o caixa do banco, o empreiteiro e os funcionários que constroem a estrada de ferro, os agricultores, os pecuaristas, as prostitutas... enfim, cada qual cumprindo um papel no enredo, no desenrolar da história.
À medida que o filme transcorre, muitos destes personagens são eliminados: bandidos são mortos, um agricultor muda de cidade, um dos auxiliares do xerife aparece uma única vez a fim de entregar-lhe documentos, a amiga da prostituta avisa-lhe qual cliente possui mais riquezas e vai embora, um viajante hospeda-se no hotel, facultando aos espectadores ver que na cidade existe uma hospedaria, etc. E no final, permanecem tão somente os principais, aqueles que têm uma função importante, cuja presença serve para propiciar à platéia uma lição de vida, um aprendizado, como se fossem os conquistadores da vitória numa batalha.
Assim também, meus filhos, acontece no Reino de DEUS. Os seres humanos aproximam-se, alguns integram-se como missionários, membros beneméritos; muitos participam como curiosos, até sem saber por que; há os que permanecem até o fim como aliados contribuindo ativamente no anonimato, uma vez que a posição social não lhes permite se exporem; outros são chamados pelo SENHOR para ser discípulos, príncipes do Reino. E os filhos de DEUS, os escolhidos, os membros integrantes do Reino de DEUS dignos continuam participando, freqüentando a assembléia, os discípulos fiéis continuam sendo discípulos e permanecem comigo até o dia do Juízo. Enfim, os eleitos permanecem enquanto os outros cumprem o papel de meros figurantes que entram e saem de cena.
Entrar e sair de cena significa aparecer, jurar fidelidade, ajoelhar-se, confessar que me ama, chorar (geralmente os que choram de alegria, de emoção não têm caráter para continuar na luta contra os inimigos do Reino de DEUS; através do choro denunciam a fraqueza) e depois, na primeira oportunidade, sucumbem vítimas da pressão dos espíritos das trevas, às vezes na tentativa de salvar algum parente.
E no desfecho da história, só os fortes, só os perseverantes é que chegam até o fim, cumprindo-se o que eu disse quando me chamava Jesus: “Aquele que perseverar até o fim, este será salvo” (Mateus c.24 v.13).”















