Parábola do Casulo
Dom, 27 de Julho de 2008 11:19
Assim falou INRI CRISTO:
“Certo dia, um homem de bom coração caminhava em um bosque e admirava as maravilhas da natureza, quando deparou-se com um casulo no qual uma borboleta se debatia e se esforçava para sair e voar livremente. Presenciando a dificuldade da borboleta, com a melhor das intenções, resolveu ajudá-la, arrombando a porta do casulo.
Ao realizar seu intento, a borboleta saiu do casulo, porém nunca voou, nunca pôde experimentar um vôo de liberdade. O “bondoso” cidadão ignorava que, ao ajudá-la, estava roubando-lhe o direito de voar, uma vez que era justamente no impulso, na dificuldade em romper o casulo, que a borboleta obteria força e desenvoltura para voar.
Meus filhos, não sigais o exemplo dos insensatos; deixai a natureza, criada pelo SENHOR da perfeição, seguir o seu curso. O altruísta homem desta parábola agiu movido pelo sentimento de bondade, piedade, misericórdia, porém sua prematura atitude carece de conhecimento, de sabedoria. Assim como procedeu o mencionado cidadão, comportam-se os ignorantes da Lei de DEUS, ao dizer:
“Meu filho não irá passar pelo que eu passei, meu filho estudará nos melhores colégios e terá professores particulares, meu filho nunca sentirá falta de nada...” Ao procederem desta forma, tolhem nos descendentes o direito de evoluírem, de caminharem com suas próprias pernas (Ler Tratado de Paternidade e Maternidade no DESPERTADOR 1ª parte). Em verdade, em verdade vos digo: é na hora da forja, das dificuldades, das escorregadas, que o ser humano evolui, derrete o sebo neuronial, torna-se capacitado a enfrentar as peripécias, as vicissitudes da vida (Eclesiástico cap.2), aprendendo a arte de sobreviver e adaptar-se.
Aqueles que são tolhidos pela “ajuda”, pela “benevolência” dos genitores, jamais conseguirão evoluir e preparar-se para enfrentar as vicissitudes da existência e sobrepujar os obstáculos. Tornar-se-ão parasitas, inúteis, egoístas, despreparados para a vida em sociedade.”















