Parábola do Trevoso Túnel

Teste de sapiência: advertência aos seres eretos, raciocinantes,
que amam a verdade, esperam e servem a justiça

A parábola do túnel que desemboca na porta estreita
para adentrar o Reino de DEUS

“Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta, e espaçoso o caminho
que conduz à perdição…” (Mateus c.7 v.13 – 14).

 Assim falou INRI CRISTO:

“Como já disse há dois mil anos, o Reino de DEUS não vem com aparência exterior, com o aparato dos reinos terrenais (Lucas c.17 v.20 – 21). O Reino de meu PAI, SENHOR e DEUS é um reino de Luz, de energias; manifesta-se no Primogênito que vos fala e se estende a todos que ouvem minhas palavras e buscam a verdade, a liberdade consciencial. É assim que o Reino de DEUS está entre vós.

Eu também disse há dois mil anos que muitos são chamados e poucos escolhidos (Mateus c.20 v.16). Por quê? Quando alguém me vê na mídia e é impelido a conhecer-me, para adentrar o Reino de DEUS terá que atravessar o trevoso túnel que desemboca na porta estreita (Mateus c.7 v.13 – 14). Esse metafórico túnel é repleto de aranhas, lacraias, escorpiões, serpentes, enfim, todo bicho peçonhento imaginável e inimaginável. Só depois de passar por todas essas espécies perniciosas, o ser humano poderá bater na porta estreita (Mateus c.7 v.13 – 14) e passar pelo o estreito caminho que leva ao luminoso Reino, para enfim estar frente a frente com o Filho de DEUS que vos fala.

Como sucedeu no passado, podeis novamente me questionar: ‘Quem se salvará diante de tantos obstáculos?’ E responderei uma vez mais: ‘Aquele que perseverar até o fim, esse será salvo’ (Mateus c.24 v.13).

Enquanto o Filho do Homem bebe a última porção do cálice amargo da reprovação prevista em Lucas c.17 v.25 a 35, enquanto sou acirradamente reprovado, a maioria dos seres viventes é retida, arrestada, abduzida pelos parentes e pseudoamigos ao cogitar vir em minha direção. Todavia, os seres inteligentes, eretos, pensantes refletem em seus interiores: ‘Eu vou conhecer INRI CRISTO em reservado e questioná-lo pessoalmente a fim de formar o meu próprio juízo. Não ouvirei ninguém, não serei ‘vaca de presépio’ deixando-me levar pelo que dizem sobre ele. Quero ouvir diretamente o que INRI tem a dizer; nas questões de foro íntimo não aceito intermediários’. E mesmo que não possam a princípio vir à minha presença, se esforçarão em me ouvir todos os sábados às 11h da manhã através do canal  www.inricristo.tv, onde me manifesto livremente aos meus filhos, sem restrições.

Não obstante, as “marias que vão com as outras” falam sobre mim no ambiente familiar sem ao menos estudar na íntegra a filosofia de vida que ensino; ao consultar os parentes sobre minha identidade, são enquadrados no que enunciei há dois mil anos: ‘Os inimigos dos que crerem em mim serão os seus próprios parentes…’ (Mateus c. 10 v. 34 a 40). Afinal, quando um cocho tenta se amparar em outro cocho, ambos caem na fossa. E a queda inicia-se na dúvida: ‘Será que ele é mesmo o Filho de DEUS?’ Agora compreendereis, outrossim, por que eu disse: ‘Hipócrita! Arranca primeiro a trave do teu olho e verás para depois remover o cisco do olho do teu irmão’ (Mateus c.7 v.5). Ao invés de primeiro remover a trave do próprio olho, o néscios, insensato, ampara-se nos parentes e estes são os primeiros a derrubá-lo ao despejar-lhe uma avalanche de verborréias contra o Filho de DEUS.

Não raro os parentes sugerem ao incauto que indague o padreco, ou o impostor que se diz pastor… É óbvio que se alguém questionar o dono do cabresto se sou Cristo, o mercantilista da fé, temeroso em perder a ovelha incauta, destilará um letal jato de veneno sobre a vítima: ‘Ele é um farsante, um louco, um falso profeta!’, e esta voltará para casa pensando: ‘Ah! Então me enganei, ele não é Cristo…’ Alguns passam até a me odiar por acreditar que os enganei. Igualmente procederam há dois mil anos; graças a essas acusações, calúnias, blasfêmias, persuadiram o povo a gritar: ‘Crucifique! Crucifique!’ Olvidam-se do que avisei e vale lembrar: ‘Orai e vigiai, que ninguém vos engane, porque falsos cristos e falsos profetas virão em meu nome…’ (Mateus c.24 v.5 e 24). Quem raciocinar perceberá que enquanto os falsos profetas da era cristã vieram em meu nome antigo, obsoleto, Jesus, para bem distinguir-me deles, meu PAI me reenviou com um novo nome, INRI, o nome que paguei com meu sangue na cruz, conforme previsto em Apocalipse c.3 v.12 (‘Ao que vencer… escreverei sobre ele o nome de meu DEUS… e também o meu novo nome’).

Os buscadores da verdade, inspirados, procuram-me diretamente ou a meus discípulos, que os instruem durante o processo de iniciação. E quando o ser humano, inspirado pelo ALTÍSSIMO, conscientiza-se, sabe intimamente quem sou, ninguém pode derrubá-lo; eis por que não tenho nem posso ter seguidores crentes. Crente é sinônimo de encabrestado e eu não disponho de tempo para falar com encabrestados. Graças a DEUS os crentes não me seguem; eles permanecem arrestados nos covis dos lobos travestidos em pele de ovelha (Mateus c.24 v.5 e 24). Meus seguidores não são crentes, e sim sapientes. Crente é uma palavra, uma senha para adentrar os portões que conduzem à ladeira do fundamentalismo, do fanatismo, da esquizofrenia. Meus seguidores são seres raciocinantes, são pessoas que têm vontade própria e firmeza de caráter.

Os seres rastejantes, de caráter débil e frágil personalidade ficam patinando na lama, nas trevas, obedecendo aos parentes, como marionetes. Não conseguirão aproximar-se de mim; serão impedidos pela Divina Providência. Assim posso falar com aqueles que sinceramente buscam o SENHOR. Estes conseguem chegar e adentrar as portas do Reino de DEUS, formalizado pela SOUST. Após ouvir a minha voz, ver o meu rosto e despertar a consciência, o iniciante se mantém firme, inabalável em sua convicção.

Reitero uma vez mais: na luz de meu PAI, que é em mim, continuo amando todas as criaturas que se movem sobre a Terra, obviamente coerente com a eterna e divina lei da igualdade, que consiste tão somente em distribuir-se desigualmente a desiguais na medida em que se desigualam.

Tenham todos a minha paz!”

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